domingo, 19 de agosto de 2012
sábado, 11 de agosto de 2012
Profissão: Pai - A transmissão da fé aos filhos
Dar exemplo, dedicar tempo, rezar… a transmissão da fé aos
filhos é uma tarefa que exige empenho.
Quando se busca educar na fé, não se deve separar a semente
da doutrina da semente da piedade; é preciso unir o conhecimento com a virtude,
a inteligência com os afetos. Neste campo, mais que em muitos outros, os pais e
educadores devem cuidar do crescimento harmonioso dos filhos. Não bastam umas
quantas práticas de piedade com um verniz de doutrina, nem uma doutrina que
fortaleça a convicção de dar o culto devido a Deus, de tratar-lhe, de viver as
exigências da mensagem cristã, de fazer apostolado. É preciso que a doutrina se
faça vida, que resulte em determinações, que não seja algo desligado do dia a
dia, que se converta em compromisso, que leve a amar Cristo e os demais.
Elemento insubstituível da educação é o exemplo concreto, o
testemunho vivo dos pais: rezar com os filhos (ao levantar-se, ao deitar-se, ao
abençoar os alimentos); dar a devida importância ao papel da fé no lar
(prevendo a participação na Santa Missa durante as férias ou procurando lugares
sadios – que não sejam dispersivos – para distrair-se) ; ensinar de forma
natural a defender e transmitir sua fé, a difundir o amor a Jesus. “Assim, os
pais infundem profundamente, no coração de seus filhos, deixando marcas que os
acontecimentos posteriores da vida não conseguirão apagar”.
É necessário dedicar tempo aos filhos: o tempo é vida, e a
vida – a de Cristo que vive no cristão – é o melhor que se lhes pode dar.
Passear, organizar excursões, falar de suas preocupações, de seus conflitos. Na
transmissão da fé, é preciso, sobretudo, “estar e rezar”; e se nos
equivocarmos, pediremos perdão. Por outro lado, experimentar o perdão, o qual o
leva a sentir que o amor que se lhes tem é incondicional.
Explica Bento XVI que os mais jovens, “desde que são
pequenos, têm necessidade de Deus e capacidade de perceber Sua grandeza; sabem
apreciar o valor da oração e dos ritos, assim como intuir a diferença entre o
bem e o mal, acompanhando-os, portanto, na fé, desde a idade mais tenra”.
Conseguir nos filhos a unidade no que se crê e o que se vive é um desafio que
deve enfrentar evitando a improvisação, e com certa mentalidade profissional.
A educação na fé deve ser equilibrada e sistemática.
Trata-se de transmitir uma mensagem de salvação, que afeta toda a pessoa e deve
enraizar-se na cabeça e no coração de quem a recebe, ou seja, entre os quais
mais queremos. Está em jogo a amizade que os filhos tenham com Jesus Cristo,
tarefa que merece os melhores esforços. Deus conta com nosso interesse por
fazer-lhes acessível à doutrina, para dar-lhes Sua graça e fixar-se em suas
almas; por isso, o modo de comunicar não é algo acrescentado ou secundário à
transmissão da fé, mas que pertence à sua dinâmica.
Para ser um bom médico não é suficiente atender os pacientes:
há de estudar, ler, refletir, perguntar, investigar, assistir a congressos.
Para sermos pais, temos de dedicar tempo e nos examinarmos sobre como melhorar
no próprio trabalho educativo. Em nossa vida familiar saber é importante; o
saber fazer é imprescindível e o querer fazer é determinante. Pode não ser
fácil, porém convém sempre tirar alguns minutos do dia, ou umas horas nos
períodos de férias, para dedicá-los à própria formação pedagógica.
Não faltam recursos que possam ajudar a este perfeccionismo:
abundam os livros, vídeos e portais da internet bem orientados, nos quais os
pais encontram ideias para educar melhor. Ademais, são especialmente eficazes
os cursos de Orientação Familiar, que não só transmitem conhecimento ou
técnicas, mas ajudam a percorrer o caminho da educação dos filhos e o da
melhoria pessoal, matrimonial e familiar.
Conhecer com mais clareza as características próprias da
idade dos filhos, assim como o ambiente no qual se movem seus iguais, forma
parte do interesse normal por saber o que pensam, o que os move, o que os põe
em dúvida. Em ultima análise, permita-se conhecê-los e isso facilitará
educá-los de um modo mais consciente e responsável.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
terça-feira, 31 de julho de 2012
Está chegando galerinha!!! O nosso retiro: JOVEM, O QUE VOCÊ
TEM CURTIDO? - "ESCOLHE O TEU CAMINHO, ASSUME A JORNADA COM CRISTO!"
Para maiores informações procure os coordenadores da
Pastoral da Juventude das paróquias: Cristo Redentor, Santo André e São José!
sexta-feira, 20 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
PJ Na Cúpula dos Povos – Rio+20
A Pastoral da Juventude em comunhão com a Igreja e com os
mais diversos movimentos sociais juvenis e preocupada com o bem estar dos
povos, sua vida plena e o cuidado com a nossa casa mãe, está inserida no
processo de construção da Cúpula dos Povos para a Rio+20.
Este é um espaço construído pela sociedade civil, onde
iremos levar nossas bandeiras de luta, denunciando as falsas soluções para o
desenvolvimento sustentável do planeta, e também, pautar nossas reflexões e
propostas enquanto juventude para o mundo que queremos.
Para que a juventude possa inserir-se neste debate e trazer
à luz suas ideias e práticas sustentáveis, a PJ o subsidio para encontros de
grupos de jovens “Cúpula dos Povos na Rio+20”. O mesmo é composto por uma carta
de apresentação sobre a Cúpula dos Povos e a Rio+20, dois encontros e uma
celebração, além de algumas reflexões e musicas em torno do tema.
Esperamos que este material possa chegar a todos os grupos
de jovens, e que estes possam vivenciar esta mística do “Bem Viver”.
PJ na Cupula Subsidio Grupos de Jovens (para leitura
digital)
PJ na Cupula Subsidio Grupos de Jovens (arquivo para
impressão)
Fonte: PJ Nacional
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Bispos tratam da importância da festa de Corpus Christi
No dia 7 de junho a Igreja celebra a festa do Corpo de Deus,
mais conhecida como “Corpus Christi”. É uma celebração onde é realizada uma
procissão pelas vias públicas, missa, e adoração ao Santíssimo Sacramento, com
o objetivo de estimular, entre os diocesanos, o espírito de unidade e
fraternidade, por meio do mistério da Eucaristia - o Sacramento do Corpo e do
Sangue de Jesus Cristo. Em artigos publicados no site da Conferência Nacional
dos Bispos do Brasil (CNBB), bispos opinam sobre o real significado da
celebração na vida do povo cristão.
O cardeal Odilo Pedro Scherer e arcebispo de São Paulo (SP),
em artigo publicado, afirma que Corpus Christi “destaca o dom da Eucaristia e
coloca em evidência os mistérios centrais de nossa fé e da vida cristã”.
“Saímos de nossas igrejas e vamos, com Jesus na Eucaristia,
para as ruas e praças de nossas cidades, anunciando que ‘Ele está no meio de
nós’ e habita conosco e orienta nossa história; nossas atividades cotidianas,
nossas ocupações profissionais e responsabilidades sociais, nosso convívio
social, nada disso é indiferente à nossa fé: em tudo somos ‘testemunhas de
Deus’, discípulos missionários de Jesus Cristo”.
Em artigo intitulado por ‘Festa do Corpo de Deus’, o bispo
de Santa Cruz do Sul (RS), dom Canísio Klaus diz que Corpus Christi é uma
“manifestação pública de fé, Corpus Christi é a festa da comunhão e da ação de
graças. Por meio dela, enquanto se elevam hinos de ação de graças, se expressa
também o desejo de viver uma íntima relação com Deus e uma fraterna comunhão
com os irmãos”.
Para o arcebispo do Rio de Janeiro (RJ), dom Orani João
Tempesta, a solenidade de corpus Christi traz à tona a reflexão das
responsabilidades cristãs, perante à vida e ao evangelho. “É a grande
solenidade que nos pergunta sobre o Mistério da presença de Deus na história e
em nossa vida. É também uma oportunidade de, nestes tempos de perda de valores,
principalmente do esquecimento de Deus, cada um de nós nos recolocarmo a
caminho d’Aquele com quem já nos encontramos, mas que necessitamos de continuar
buscando-O ainda mais. Esta solenidade coloca-nos no centro e sentido de todas
as demais celebrações.”
Tradição
Em 1983, o novo Código de Direito Canônico - canôn 944 –
estipulou que fosse mantida a obrigação de manifestar 'o testemunho público de
veneração para com a Santíssima Eucaristia' e 'onde for possível haja procissão
pelas vias públicas'. Cada diocese se mobiliza para realizar a celebração, por
isso cabe aos bispos escolherem de que forma a festa será promovida, para
garantir a participação dos diocesanos.
Na data existe a tradição de enfeitar as ruas com tapetes
que cobrem o trajeto por onde passará a procissão de Corpus Christi. Feitos com
serragem colorida, flores, vidro moído, pó de café e outros materiais, a
confecção desses tapetes, de colorido vivo e desenhos de inspiração religiosa,
mobiliza grande número de fiéis. Essa procissão do povo de Deus, recorda a
busca à Terra Prometida. No Antigo Testamento, esse povo foi alimentado com
maná, no deserto, e hoje, é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.
Fonte: cnbb.org.br
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